Fed: Ênfase no balanço patrimonial e trajetória de cortes de taxas – BNY
Abordagem em Evolução do Balanço do Fed e Perspectivas para Modificações nas Taxas
John Velis, Estrategista Macro das Américas do BNY, analisa o foco crescente na redução do balanço patrimonial do Federal Reserve. Figuras influentes como Kevin Warsh e Stephen Miran defendem um balanço mais enxuto, conquistado principalmente pela diminuição dos níveis de reservas. A perspectiva macro do BNY prevê que o Fed começará a reduzir as taxas de juros na segunda metade de 2026, desde que as tensões no Oriente Médio diminuam, os custos de insumos baixem e o mercado de trabalho dos EUA indique sinais de enfraquecimento.
Alteração das Prioridades na Política do Fed
O balanço patrimonial do Federal Reserve está se tornando um tema cada vez mais proeminente, que deve atrair ainda mais atenção no futuro próximo. O BNY tem analisado regularmente tanto as complexidades da administração do balanço quanto a importância dos níveis de reservas, ressaltando sua relação estreita — as reservas representam o maior passivo nos registros do Fed, superando até a circulação da moeda.
Vários líderes do Fed, incluindo Kevin Warsh, que está indicado para presidente do Fed, têm manifestado intenções de enxugar o balanço nos próximos anos. A principal estratégia envolve reduzir o volume de reservas circulando no sistema financeiro.
Explorando o “Trilema” do Balanço
O chamado “trilema” do balanço do Fed sugere que a redução do balanço só é possível se o banco central aceitar maior volatilidade no mercado monetário ou intervir frequentemente nas operações de mercado aberto para estabilizar as taxas. Contudo, Perli (gerente do SOMA no Fed de NY) e Miran propõem uma alternativa: diminuir a necessidade estrutural de reservas dos bancos, o que poderia permitir um balanço menor sem provocar instabilidade nas taxas.
Previsão do BNY para Cortes de Taxas
O BNY continua prevendo que o Fed irá reduzir as taxas de juros na segunda metade de 2026, apesar do ceticismo persistente nos mercados. Os movimentos recentes sugerem que os mercados de taxas podem estar começando a reconsiderar sua postura.
Para esclarecer, caso o conflito no Oriente Médio diminua até a metade do ano e os preços de energia e outros insumos essenciais se suavizem, o BNY vê um caminho viável para cortes de taxas. A previsão não depende de os preços retornarem aos níveis anteriores ao conflito, tampouco é esta uma exigência para a projeção.
(Este artigo foi produzido com auxílio de uma ferramenta de IA e posteriormente revisado por um editor.)
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