CSU Digital registra receita líquida recorde nos últimos 12 meses do 2º trimestre de 2026, totalizando R$ 662 milhões
Reuters2026/08/12 17:01- A CSU Digital registrou uma receita líquida dos últimos 12 meses até o 2T26 de R$ 662 milhões, um aumento de 6,1% em relação a 2025, estabelecendo um recorde.
- O lucro bruto cresceu 7,9%, atingindo R$ 278 milhões; a margem bruta foi de 42,1%.
- O EBITDA recuou 1,5%, totalizando R$ 172 milhões; a margem EBITDA caiu 2 pontos percentuais, para 26%.
- O lucro líquido diminuiu 7,5%, atingindo R$ 98 milhões; a margem líquida foi de 14,8%.
- A geração de caixa operacional totalizou R$ 128 milhões, uma queda de 3,2%; a relação dívida líquida/EBITDA ficou em 0,4x.
Aviso Legal: o conteúdo deste artigo reflete exclusivamente a opinião do autor e não representa a plataforma. Este artigo não deve servir como referência para a tomada de decisões de investimento.
Talvez também goste
Ações dos EUA em queda | Ações de ouro, prata e metais não ferrosos recuam; Harmony Gold (HMY.US) cai 6%
Nesta segunda-feira, as ações relacionadas ao ouro, prata e metais não ferrosos registraram queda generalizada, com a Harmony Gold (HMY.US) caindo 6%.

Movimentação anormal nas ações dos EUA | Ações de chips caem amplamente, Intel (INTC.US) recua mais de 7%
Nesta segunda-feira, as ações de empresas de chips caíram amplamente: as ações da Intel (INTC.US) caíram mais de 7%, enquanto SK Hynix (SKHY.US) e SanDisk (SNDK.US) recuaram 7%.

Anthropic fecha parceria com a empresa RUM Group (RUM.US), associada a Trump! Contrato de poder computacional de 13.7 bilhões de dólares levanta preocupações sobre conflito de interesses
A Anthropic assinou um contrato de computação com o RUM Group com duração de seis anos e valor total de 13,7 billions de dólares. Entretanto, o relacionamento próximo deste último com Trump levantou preocupações sobre possíveis conflitos de interesse.

Dados históricos mostram: um único aumento de juros não é suficiente para encerrar um bull market; apenas um ciclo completo de aperto monetário representa uma verdadeira ameaça.
Desde 1945, o S&P 500 já passou por 12 mercados de baixa com quedas superiores a 20% e 4 correções profundas entre 18% e 20%. Desses episódios, seis ocorreram diretamente após ciclos de aumento de taxas de juros que levaram a recessões econômicas, enquanto outros dois não estavam relacionados nem a aumentos de juros nem a recessões. Segundo o Goldman Sachs, o mercado já precificou várias expectativas de alta de juros; o Morgan Stanley alerta que o aumento dos rendimentos pode causar uma correção; já o JPMorgan está mais focado nos preços do petróleo e nos lucros.